sábado, 27 de junho de 2015

Jacareí de antigamente.

Jacareí de antigamente. Hoje é uma mini metrópole do século XXI
































------------------------------------------------------------------------------


Elenco do TEJA- Teatro Estudantil Jacareiense Amador, do Colégio Silva Prado, entre 1965 à 1972.
Ensaio da peça "Eles Não Usam Black-Tie", de Gianfrancesco Guarnieri


As minhas memórias estão ligadas ao rio Paraíba, ao cinema e a estação. Moramos em várias casas, mas a que parece ter marcado a minha existência até hoje, ficava situada na metade da rua Barão de Jacareí. Era simples, ao lado de uma tinturaria japonesa. Tinha 2 janelas altas, um portão, uma varanda e duas portas: uma para sala e outra ligando um pequeno corredor até o quintal. A porta da rua era a saída para os meus sonhos e desafios. Tudo era pequeno no meu mundo de criança. Mas a cidade era enorme. O rio era longe mas tinha uma prainha limpinha. E na tela do cine Rio Branco e Rosário o colorido céu dos artistas de cinema. O trem passava no meio da cidade e era um reboliço só. Na estação da EFCB começou a minha enorme e impenetrável solidão. Um dia embarquei para outra grande cidade, o Rio de Janeiro que era então a Capital Federal.
------------------------------------------------------------------------------

Lembranças: eu, meu quintal, meus familiares e meus cães: pura nostalgia.











 

Um passeio à Parati: belas orquídeas.




Na casa do Ednaldo em João Pessoa - PB



Na praia de Tambaú: em pleno verão.

------------------------------------------------------------------------------

Alguns dos grandes filmes que não saem da minha memória.















Nenhum comentário:

Postar um comentário