quinta-feira, 31 de março de 2011

Frases: Jessé Souza



A solidão que afaga minha Alma, reflete o que sinto!


Reflexão
Procure descobrir o seu caminho na Vida.
Ninguém é responsável pelo nosso destino, a não ser nós mesmos.
Nós é que temos que descobrir a Estrada, e segui-la com nossos próprios pés.
Desperte para Vida, para a verdadeira vida.
E, se deseja a felicidade, lembre-se:você é o único responsavél pelo seu destino.
Supere as dificuldades, vença os obstáculos e contrua sua vida.

quinta-feira, 24 de março de 2011

O DRAMA DO PROFESSOR “CLARO QUE...” (Baseado em fatos reais)

O professor Rodolfo chegou por aqui em l961. Assumiu as aulas de História no único grande colégio estadual do município pois era efetivo na matéria. Queria reiniciar vida nova e esquecer dramas vividos no passado. Na faixa dos 30 anos logo conquistou a simpatia dos novos colegas e alunos que passaram a admirar seu talento revelado na forma descontraída de dar aulas. Já no primeiro dia letivo conquistou a admiração das classes, principalmente das normalistas e nos cursos clássico e científico. Todos ficaram conhecendo a sua cultura e educação no trato com as pessoas na cidade.
Pelo seu hábito de frisar os assuntos com a expressão “...claro que...” acentuando determinadas alternativas em suas explicações, denotando profundo conhecimento histórico, arrancava gargalhadas nas classes, acentuando as manias de muitos personagens históricos que eram desconhecidos dos alunos. Demolia, muitas vezes, verdades consagradas na história. Quem era na verdade Cleópatra, Napoleão, D. Pedro I, a rainha Vitória, etc. fosse quem fosse? Recheava suas aulas com fatos hilários, tornando atraentes os conteúdos previstos no programa. Não havia quem não elogiasse suas aulas inesquecíveis. “Lá vem o professor ‘Claro Que!’ ”, diziam. E os alunos o recebiam com muitos aplausos.

Como era casado e tinha um casal de filhos pequenos, veio na frente, morou alguns dias numa pensão e depois trouxe a família que tinha ficado em São José, do Rio Preto, sua terra natal. Alugou uma pequena casa e foi se estabelecendo aos poucos, fazendo novas amizades e,comprando,habitualmente, nos fins de semana, exemplar do jornal O Estado de São Paulo, que lia na varanda da casa ouvindo MPB e música clássica. Muitas vezes varava as madrugadas corrigindo provas e trabalhos de pesquisa ouvindo sempre o disco: “Pérolas no Veludo”, para acalmar o espírito. Era rigoroso e exigente na cobrança das provas, redações e pesquisas. É claro que isso revertia apenas para benefício dos próprios alunos.
Alguns professores sabiam do drama vivido pelo professor Rodolfo. Afinal, o acidente foi noticiado nos jornais, revistas, rádios e TVs do país. A comoção tomou conta de todos, na época, 1959. Não era segredo, portanto. Só não se falava muito no assunto. Mas, algumas vezes, todos podiam vê-lo, muito cabisbaixo, triste mesmo, num canto da sala dos professores, no recreio dos alunos, na biblioteca,nos corredores, remoendo lembranças que ele carregou para sempre em sua mente e em seu grande coração.
Voltando de uma excursão a Santos e a São Paulo, onde os alunos ficaram hospedados num fim de semana prolongado, conhecendo a Via Anchieta, o porto, as praias,o Museu do Ipiranga,o Instituto Butantã, o Ibirapuera, o centro financeiro da capital e outros locais, por uma falha técnica um dos dois ônibus onde viajavam 40 alunos bateu na cabeceira da ponte e mergulhou nas águas do Rio Preto, quase chegando na cidade, naquele entardecer de abril. Todos estavam alegres e com muitas novidades para contar. Momento inesquecível na vida daquelas crianças e adolescentes interioranos.

O professor Rodolfo e outros colegas estavam no primeiro ônibus. Pararam logo após ao perceberem o grave acidente. Todos saíram desesperados e gritando. Entretanto nada puderam fazer. Todos morreram afogados nas águas do rio Preto. Naquela época equipes de socorro e resgate eram praticamente inexistentes. Tudo foi feito com muita dificuldade. A cidade cobriu – se de luto e parou para assistir ao enterro coletivo daqueles alunos. Pais e mães ficaram inconsoláveis. Uma tragédia que abalou a todos. Os professores se revezavam para consolar as famílias enlutadas. O professor Rodolfo foi incansável na solidariedade a todos. Não sabia de onde tirar tanta força, chorando copiosamente, junto com os outros. Na quadra do clube estavam, inertes, em seus caixões, colhidos pelos braços implacáveis e inesperados da morte, os seus muito queridos 40 alunos. Só o tempo, correndo célere, pode aos poucos, fazer tudo voltar ao cotidiano normal. Porém, esquecer a tragédia, nunca. Devastou a todos pela sua enorme e implacável fatalidade.
Depois de uma semana, numa segunda – feira, de manhã, as aulas deveriam voltar ao seu ritmo habitual. Às sete horas, tocou-se a sineta e os alunos foram entrando, silenciosamente, pelos corredores da escola de dois andares. Tomando acento nas carteiras de suas classes. Entretanto, o professor Rodolfo, sem ter notado, dirigiu-se justamente à classe do 1º. Científico.
A Classe estava praticamente vazia. E em cada carteira, os alunos restantes, tinham colocado uma rosa vermelha em homenagem aos colegas que morreram. Foi grande o desespero do professor Rodolfo, chorando inconsolável, abraçado pelos colegas e alguns alunos, as cadernetas espalhadas, perdido,no meio da classe,sem chão, sem ar,sem nada, com o coração apertado de tanta tristeza, na primeira grande dor de sua vida. Anos mais tarde, refletiria, que tinha morrido também um pouco dele com aqueles alunos. Uma perda que ficou inesquecível em sua memória, mesmo que tocando a vida pra frente, prá frente. Sempre.

quarta-feira, 23 de março de 2011

COMEÇA O OUTONO – VAMOS VIVER COM SAÚDE E PAZ, SEMPRE AGRADECENDO A DEUS TODAS AS BENÇÃOS RECEBIDAS.

NINGUÉM NASCE FEITO. É EXPERIMENTANDO-NOS NO MUNDO QUE NÓS NOS FAZEMOS – Paulo Freire
FELIZ DE QUEM ENTENDE QUE É PRECISO MUDAR MUITO PARA SER SEMPRE O MESMO – Mário Quintana


NÃO FIQUE REMOENDO AS COISAS DO PASSADO.

FICAR PRESO AO PASSADO NÃO DÁ FUTURO

NÃO SE DEIXE PRENDER POR MÁGOAS E RESSENTIMENTOS

NÃO SE ATORMENTE COM O QUE PASSOU, MESMO QUE RECONHEÇA SEU ERRO

LEVANTE – SE E SIGA EM FRENTE O MAIS RAPIDAMENTE QUE PUDER


FAÇA AS PAZES COM SEUS ADVERSÁRIOS,ENVIE PENSAMENTOS DE SIMPATIA E AMOR.



E TODAS AS MÁGOAS E RESSENTIMENTOS SE AFASTARÃO DE VOCÊ PASSANDO A VIVER FELIZ, RISONHO E SAUDÁVEL

segunda-feira, 14 de março de 2011

Parabéns Pacheco, pelos seus 100 anos de Vida!

DANILO E GISELE CONVIDAM PARA O SEU ENLACE MATRIMONIAL

O único trunfo que Verônica tinha, a sua derradeira carta no jogo sujo da vida, era aquele filho lindo de morrer. Sensível, inteligente e simpático, Danilo era, entretanto, fruto de um amor proibido em sua juventude. Cobiçado pelas jovens solteiras da cidade, levava uma vida discreta, quase terminando o curso de Medicina, bancado a muito custo por sua mãe. Verônica tinha feito todos os sacrifícios para criar o filho sozinha, tendo apenas a ajuda de algumas amigas, já que os parentes queriam vê-la sempre à distância. Recebiam Danilo em suas casas, por alguma consideração. Cresceu sem saber quem era o pai. Mas nunca perguntou nada. Mágoas passavam longe dele. E assim foi crescendo.
Verônica foi expulsa de casa pelo pai quando soube do “mal passo” da filha. Não teve outro jeito. Na zona de meretrício do Buiê-ê, também conhecida como “Buraco da Onça”, numa cidadezinha do Sul de Minas, Verônica teve e criou o filho até quando pode. A parteira já tinha achado lindo demais aquele bebê. As meninas do bordel então, noooosssaaa! Queriam ficar com ele no colo o tempo todo, como se o filho de Verônica fosse delas. Depois, um grupo de freiras caridosas cuidou da educação do menino, guardando o segredo para todo o sempre, sem que ele fosse deixado na roda dos enjeitados. Para sobreviver a mãe ficou bastante conhecida como intérprete de músicas românticas que falavam da solidão do amor não retribuído. Era a favorita do cabaré onde se apresentava e tirava o seu ganha pão. Até que um rico empresário, apaixonado pelos seus cabelos ruivos e olhar castanho profundo e misterioso decidiu montar uma casa só para ela. Viveu, por vários anos em Santos. A casa era um palacete que o empresário recebeu como parte da herança de sua família. Pode, desta forma, viver discretamente e tirar o filho do Colégio de freiras para morar com ela colocando uma enorme pedra sobre o seu passado.
Danilo já tinha uns 12 anos. Algum tempo depois, com o falecimento do rico empresário, que sempre preferiu ficar incógnito, Verônica foi surpreendida com uma pequena fortuna deixada num banco . Nada mais foi questionado.



Quase terminando o curso de Medicina Danilo foi fazer residência na Santa Casa de Misericórdia da cidade de Cunha onde sua mãe tinha nascido, no Vale do Paraíba. Foi aí que começou o Deus nos acuda! Danilo, do alto de seus 27 anos passou a ser quase venerado como um Deus pelas mulheres casadoiras da cidade. Todo dia era uma verdadeira romaria de jovens solteiras na Santa Casa só para vê-lo. Algumas mantinham a calma, a discrição, outras não. As mais nervosas acabavam dizendo nas consultas, descaradamente, “ sabe doutor, o senhor é tão lindo, que já me esqueci o que tinha!” Danilo acabava rindo, mas tratava todas com muito carinho.
Ficou famoso na cidade pela gentileza com que tratava as pessoas. Vivia agora, com a mãe, num pequeno, mas confortável sobrado. Contava para sua mãe todas as proezas de suas pacientes ou nem tanto. Todas carentes de amor. Mas a mãe, sorrindo e tomando um bom vinho do Porto, argumentava se já não estava na hora de casar. Aí ele pegava a mãe no colo e carinhosamente dizia “Dona Verônica tá na hora de dormir, vai”, desconversando.
Já andavam dizendo na cidade que Danilo era um anjo viril caído do céu por acaso. Um milagre! diziam algumas beatas. As moças suspiravam quando ele entrava na Padaria Paris, no centro de Cunha onde todos se reuniam numa espécie de “Happy Hour”. Tomava um cafezinho com os amigos e comprava pães. A “turca” Zobaida, dona de um armarinho na rua do Mercado, comentava, “vai ser lindo assim lá em casa!”, devorando um enorme Beirute. A espanhola Sarita ao vê –lo viajava de volta para Sevilha, tocando castanholas e dançando flamengo. “Muy Guapo”. Já a meio caipira, mas louca de esperta, Sibil (Sibir para os íntimos), rezava “Mas que pedaço de mal caminho , crendos padres!” As adolescentes então! Sonhavam, com Clark Gable, como a Judy Garland. Danilo sorria, sempre.
Se destacava dos outros jovens pela sua vasta cultura. Antes dos 20 anos, sonhando em ser escritor já tinha lido um pouco de tudo. De Machado de Assis a Thomas Mann. Gostava dos filósofos gregos. Meditava em seu quarto, em cuja sacada lateral podia ver a Rua do Mercado e, nas noites quentes, ficava ouvindo a soprano lírico Alva cantando acompanhada ao piano por seu sobrinho, o tenor Fabiano. E sonhava mais ainda. Nessas horas mortas a rua do Mercado virava, em sua imaginação, em ruas de Nova Iorque, Paris, Roma, Londres, na Ópera de Paris, no La Scala , de Milão, onde fosse neste mundão de Deus. Lima Barreto, Aluísio Azevedo, Fernando Sabino, Cecília Meirelles, Manuel Bandeira, Guimarães Rosa,Raquel de Queiróz, João Cabral de Melo Neto entre os brasileiros e Fernando Pessoa, Eça de Queirós,Sartre,Borges, entre antigos e recentes, Danilo se mantinha em dia, atualizado com todos. Adorava Filmes, os bons filmes. Música, era eclético. Chico Buarque, Cartola, Noel Rosa, pops, como os Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd, o bolero de Ravel e por aí a fora.

Uma vez, provando o seu grande caráter e compaixão pelo próximo, defendeu abertamente, um colega gay na Faculdade que estava sendo humilhado pelos outros. “Nada a ver, meus amigos, cada um é o que é, não vou deixar de ser colega dele só, por isso!” E abraçou Dedé, também conhecido por “Oscar Wilde”, nas rodas universitárias, por sua preferência pelo escritor inglês na época da rainha Vitória. Em Cunha, pegava sua valise de médico jovem e, de jipe ia atender a população rural sem recursos.Voltava cansado, mas realizado e, não fora poucas as vezes, que caía em prantos nos braços da mãe. “É muita pobreza, mãe, parece que Deus esqueceu dessa gente, nunca vou me conformar!”
Discreto como era, ninguém poderia imaginar que Danilo já tinha feito a sua escolha, aquela que iria conviver para sempre ao seu lado, como dona de seu coração. Era Gisele, de São José dos Campos, formada em clínica geral, como ele. Quando a trouxe para Cunha, as moças quase entraram em pânico. “Vai se casar!”, Ai, eu me mato, ai, entro prum convento! Casamento marcado na Igreja do Carmo, que ficou lotada, muitas mulheres chorando. As que se achavam preteridas fizeram o maior escândalo na porta igreja.


Passaram mal. Se escabelaram, mas não teve jeito. Quase foi preciso chamar uma ambulância, pois fingimento não era!


Por precaução e para ter total certeza do passo que ia dar, Gisele recorreu, meses antes do casamento,à vidente Jupira Bola de Cristal, famosa na rua Salvador Preto, num bairro de Jacareí e bem relacionada na sociedade local e na região, pelos seus acertos em vários casos pessoais envolvendo dinheiro, traição, amor e paixão. A vidente viu tudo dentro da bola de cristal e dentro de uma bacia com água numa dessas noites em que as estrelas parecem estar bem próximas da Terra e refletidas na bacia de Jupira. Lá estava o rosto de Danilo cercado de estrelas de todas as possíveis galáxias do universo. É ele mesmo, minha filha, pode ir em frente e seja feliz, muito feliz, imensamente feliz.
E a felicidade era geral mesmo durante a cerimônia religiosa do casamento de Danilo e Gisele, como no final feliz daqueles filmes antigos de Frank Capra, considerado o mais otimista dos diretores de cinema de uma Hollywood que não existe mais, Filmes como “ A Felicidade Não se Compra” ou no “Os Melhores Anos de Nossas Vidas”, de um diretor iniciante Billy Wilder.


E dentro da igreja, discretamente saboreando seu grande triunfo,depois de tantas injustiças e sacrifícios, lá estava, prá lá de chic, Verônica, a mãe do mais belo,másculo, bom e gentil noivo que já apareceu por aqui. E uma súbita, doce e escancarada alegria invadiu o seu coração de mãe.


E pensou, limpando as lágrimas de emoção nos olhos, “meu filho querido, você é o grande amor da minha vida”.
Danilo e Gisele moram há dez anos no bairro de Williansburg,atualmente o mais badalado reduto boêmio de músicos, intelectuais e artistas de cinema e TV de várias nacionalidades, em Nova Iorque, onde abriram uma bem sucedida clínica médica para atender brasileiros,latinos e estrangeiros de várias partes do mundo, tentando um lugar ao sol na “Big Apple”. De vez em quando a “vó” Verônica viaja prá lá para ver o casal de netos, Adriano e Mariana. Danilo e Gisele até querem voltar para o Brasil, mas está cada vez mais difícil pois trabalham muito, cada vez mais. Todos formam, enfim, uma família feliz.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Memórias de Carnaval



Sugiro este site para esse tema, as melhores marchinhas de Carnaval dos anos 50 em diante:

http://www.anosdourados.net.br/carnaval50midi/carnaval50.htm



CARNAVAL 2011, SAMBA ENREDO DAS ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO:
Grupos Especiais

Unidos da Tijuca - "Esta Noite Levarei Sua Alma"
Acadêmicos do Grande Rio - "Y-Jurerê Mirim - A Encantadora Ilha das Bruxas (Um Conto de Cascaes)"
Beija-Flor de Nilópolis - "A Simplicidade de um Rei"
Unidos de Vila Isabel - "Mitos e Histórias Entrelaçadas Pelos Fios de Cabelo"
Acadêmicos do Salgueiro - "Salgueiro Apresenta: o Rio no Cinema"
Estação Primeira de Mangueira - "O Filho Fiel, Sempre Mangueira"
Mocidade Independente de Padre Miguel - "Parábola dos Divinos Semeadores"
Imperatriz Leopoldinense - "A Imperatriz Adverte: Sambar Faz Bem à Saúde"
Portela - "Rio, Azul da Cor do Mar"
Unidos do Porto da Pedra - "O Sonho Sempre Vem pra Quem Sonhar..."
União da Ilha do Governador - "O Mistério da Vida"
São Clemente - "O Seu, o Meu, o Nosso Rio, Abençoado por Deus e Bonito por Natureza"

SAMBA ENREDO DAS ESCOLAS DE SÃO PAULO:
Grupos Especiais

Unidos do Peruche - “Abram-se as cortinas! O espetáculo vai começar. 100 anos do Theatro Municipal de São Paulo a Peruche vai apresentar. Bravo, bravíssimo!”
UNIDOS DE VILA MARIA - "Teatro Amazonas – Manaus em Cena”
MANCHA VERDE - “Uma idéia de gênio”.

GAVIÕES DA FIEL “Do mar das pérolas e das areias do deserto à cidade do futuro – Dubai, o sonho do Rei Maktoum”.
ROSAS DE OURO Abre-te Sésamo, a Senha da Sorte”
IMPÉRIO DA CASA VERDE “Samba, Sabor, Cerveja. Admirada há Milênios, a Mais Nova Sensação Nacional”
X-9 PAULISTANA Nas asas de um sonho de uma criança, Renato Aragão, o embaixador da esperança”.
VAI VAI- "A Música Venceu”
PÉROLA NEGRA -“Abraão, o Patriarca da Fé
NENÊ DE VILA MATILDE- Salis Sapientiae – uma história do mundo”.
TOM MAIOR- “Salve Salve São Bernardo, Pedaço do meu Brasil -- Terra Mãe dos Paulistas”
MOCIDADE ALEGRE -"Carrossel das Ilusões”.
ÁGUIA DE OURO -“Com todo gás a Águia de Ouro é fogo”.
ACADÊMICOS DO TUCURUVI-"Oxente, o que seria da gente sem essa gente. São Paulo, capital do meu nordeste!”.




E NÃO SE ESQUEÇAM: